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Novas Ideias, Novos Negócios: Como Começar Um Negócio do Zero

Este seminário “Novas Ideias, Novos negócios: Como Começar um Negócio do Zero” irá decorrer no dia 28 de março, no CINDOR em Gondomar.

Participação gratuita mas com inscrição obrigatória.

Para consultar o programa: https://tinyurl.com/j4ywr9j
Para inscrições: https://tinyurl.com/h5tc3dx

Mais informações em: https://www.facebook.com/events/170368466812704/

 

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Candidaturas Abertas – Acção Qualidade de Vida 2017 até 15 de Março

Está aberto o período de candidaturas para a Ação Qualidade de Vida 2017, que decorre até dia 15 de Março, através de formulário online disponível AQUI.

A Ação Qualidade de Vida é um projeto único e pioneiro no País, que atribui apoios diretos e pontuais num valor anual de 100.000€, a  pessoas com deficiência motora e comprovada falta de recursos financeiros. Ao longo de nove edições, este projeto já ajudou a mudar a vida de 223 pessoas com deficiência de todos os pontos do País.

Este ano a Ação Qualidade de Vida celebra a sua 10ª EDIÇÃO e conta com o apoio dos Mecenas Brisa, Continental, Delta, Fundação Calouste Gulbenkian, Novo Banco e Semapa!

Se tem um projeto que pode mudar a sua vida e necessita de apoio nas áreas da Formação e Emprego, Criação do próprio negócio ou Obras em casa, consulte o REGULAMENTO e faça a sua candidatura até 15 de Março!

  • Formação e Emprego – aumentar competências e conhecimento para uma melhor integração – CANDIDATE-SE AQUI
  • Criação do próprio negócio – estimular o empreendedorismo para uma maior autonomia – CANDIDATE-SE AQUI
  • Obras em casa – eliminar barreiras para uma vida com dignidade – CANDIDATE-SE AQUI

Não perca esta oportunidade! O CÉU É O LIMITE!

 

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Inteligência emocional. Do silêncio à compreensão rumo ao sucesso

Aliar a inteligência às emoções é ser capaz de compreender as próprias emoções e as emoções de quem rodeia. Esta é uma das chaves do sucesso pessoal e profissional e o especialista Raul de Orofino conta ao Lifestyle ao Minuto como se dá esta “dança” dentro do cérebro.

© Raul de Orofino

LIFESTYLE RAUL DE OROFINO

Foi no século XIX que surgiu a primeira menção à inteligência emocional. À data, Charles Darwin ousava dizer que a sobrevivência dependia da compreensão das próprias emoções e, por consequência, das emoções de terceiros. Uma ideia que contrariava a exclusiva ligação racional à inteligência, mas que rapidamente captou as atenções dos estudiosos mais curiosos.

A Psicologia abraçou esta ideia e, nos dias que correm, a inteligência emocional é uma das armas mais eficazes da qualidade de vida, seja a nível pessoal ou profissional.

“Não nos educaram na escola a valorizar aquilo que sentimos enquanto falamos ou enquanto estamos calados. Dizem que é besteira”. Quem o diz é Raul de Orofino, especialista brasileiro em inteligência emocional e que tem dedicado parte da sua carreira a mudar o rumo de muitas empresas, incluindo algumas em Portugal, onde se encontra a dar palestras.

Em conversa com o Lifestyle ao Minuto, o ator e palestrante descreve a inteligência emocional como “a inteligência das emoções e isso está relacionado com o hemisfério direito do cérebro, que é o local onde residem as emoções e as intuições”. No mundo dos negócios, diz, a inteligência emocional é “fundamental”, pois quando estamos a falar com alguém não sabemos o que essa pessoa está a pensar, mas “como sentimos estamos pré-despertos para perceber que a maneira como me olha calada é a maneira como também fala comigo”.

Mas para compreender as próprias emoções (e, por consequência, as emoções dos outros) é também importante dar ‘ouvidos’ à intuição. “Quanto mais escutarmos a nossa intuição, mais despertos e práticos estamos no dia a dia e o ato da escuta está relacionado com o corpo todo, é científico. Todas as células têm inteligência, afeto e sensibilidade, então quando se está a conduzir, a inteligência e a sensibilidade estão presentes, quando se aperta a mão de alguém, o afeto, a inteligência e a sensibilidade estão presentes, quando se está a falar, o afeto, a inteligência e sensibilidade estão presentes. Quando estou a trabalhar, a inteligência, o afeto e a sensibilidade estão presentes e se escondo as emoções sou um péssimo trabalhador”, explica.

“Se quiser aceitar a diferença entre as pessoas, é preciso aprender a escutar as pessoas, porque escutar não é só escutar o que falam é o que não falam também”.

A Inteligência Emocional no mundo dos negócios

Raul de Orofino conta no seu currículo com 18 anos de experiência e palestras dadas em empresas como a Coca-Cola, Galp Energia, Caixa Geral de Depósitos, Sanofi ou Pestana Turismo. O objetivo das suas formações não passa apenas por estimular a inteligência emocional dos chefes e dos funcionários, passa também pela compreensão dos sentidos e, sobretudo, pela mudança – que serve de trampolim para o sucesso.

“Para desenvolver essa inteligência emocional, começo a desenvolver por exercícios práticos, a arte do silêncio, para aprender a escutar o seu silêncio e o silêncio do outro. Porquê? Porque quando se fica em silencio, dá-se espaço para a inteligência emocional aparecer, para as intuições apareçam”, conta ao Lifestyle ao Minuto.

Nos seus Workshops de Inteligência Emocional não convencionais para empresas, Orofino aplica exercícios psicofísicos, “exercícios corporais que ativam as células” e que ajudam cada pessoa a “escutar o seu silêncio e o silêncio de outro”, pois só assim ficam capazes de proceder a uma mudança e perder maus hábitos, como aquele tão comum de “achar uma eternidade estar a olhar durante um minuto e meio para alguém”.

Com esses exercícios, esclarece, “as pessoas ficam mais calmas e aprendem a relacionar-se melhor com elas e com outras pessoas. Ficam com calma para escutar o silêncio e quando escutam o silêncio ficam perspicazes para aquilo que a vida está a dizer”.

“No momento da venda, o silêncio é fundamental, porque tenho que perceber como o cliente vai receber o meu produto. Às vezes finjo que escuto o cliente porque tenho a ânsia de vender. A venda má acontece quando não é feita uma relação prévia com o cliente, e prévia é na hora em que está a acontecer”, ou seja, “perceber como está no momento presente e o que posso fazer para ela me querer ouvir. Por isso, eu começo a escutá-la e aprendo a entrar sintoma com a pessoa e se entro em sintonia, aprendo a lidar com o silêncio dela. E na hora da venda ela ouve e posso perceber se está a gostar ou não”.

Mas, para que a inteligência emocional seja treinada e posta em prática, é preciso ainda combater um dos “maiores problemas nas relações de trabalho”: a ansiedade.

“Se a pessoa é ansiosa não tem tempo para se ouvir a si mesma e direcionar melhor e com mais equilíbrio as suas metas”.E pode a inteligência emocional ter efeitos concretos na produtividade? “Totalmente’, atira, salientando que “a pessoa fica mais rápida”, uma vez que “não é por desenvolver a inteligência emocional que deixa de usar a inteligência lógica, o hemisfério esquerdo do cérebro”. “É como uma dança, as coisas estão juntas e aí as pessoas passam a ter uma ferramenta a mais e isso muda até as relações em casa”, conclui.

 

Fonte:https://www.noticiasaominuto.com/lifestyle/746015/inteligencia-emocional-do-silencio-a-compreensao-rumo-ao-sucesso?utm_source=emv&utm_medium=email&utm_campaign=lifestyle

 

 

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JOVEM CRIA PLATAFORMA COM VAGAS DE EMPREGO PARA PESSOAS COM MAIS DE 50 ANOS

Brasil vive um momento difícil para certa faixa da população. Com a crise, muitas pessoas na faixa dos 50 e 60 anos perderam seus empregos e agora se encontram em uma situação muito delicada: não conseguem se recolocar no mercado e ainda não podem se aposentar.

Mórris Litvak se inspirou em sua avó, que trabalhou até os 80 anos de idade, para criar a Maturi Jobs

03.03.2017|Por

Foi pensando nisso que o empreendedor Mórris Litvak teve a ideia de lançar uma plataforma de empregos para pessoas mais velhas, conectando empresas interessadas neste tipo de mão de obra a quem não quer – e nem pode – parar de trabalhar.

A ideia de tirar a Maturi Jobs do papel surgiu por um motivo pessoal: Mórris viu sua avó ser obrigada a se retirar do mercado de trabalho aos 80 anos após um acidente. “Ela adoeceu rapidamente depois que teve que parar de trabalhar. Eu vivi tudo isso de muito perto e ela se tornou minha grande inspiração”, diz o empreendedor.

Além de Dona Keila, outra motivação de Mórris foi sua experiência como voluntário em uma casa de repouso. “Vi que muitas pessoas param cedo de exercer atividades importantes. Comecei a pensar em algo que pudesse mudar isso”, afirma.

O desenvolvimento da plataforma calhou ainda mais quando a crise econômica no Brasil começou a desempregar parte da população mais velha no Brasil. “Com o aumento das demissões e a reforma da Previdência em pauta, era necessário tirar o projeto do papel.”

Maturi Jobs conecta empresas interessadas a funcionários mais velhos (Foto: Divulgação)Maturi Jobs conecta empresas interessadas a funcionários mais velhos (Foto: Divulgação)

A Maturi Jobs, que entrou no ar no início de 2016, permite que empresas publiquem vagas específicas para o público mais velho, com mais de 50 anos. A partir daí, os usuários da plataforma podem se candidatar às vagas de maneira gratuita. Os processos são realizados pelas contratantes.

Para o empreendedor, a empresa que contrata funcionários mais experientes pode ganhar de diversas maneiras. “É um público que vai crescer como consumidor e, se quer vender para eles, precisa ter dentro da casa. Outro ponto positivo é que as pessoas mais velhas costumam ser mais fiéis ao negócio”, diz.

A Maturi Jobs hoje funciona com um modelo que cobra das companhias e não dos candidatos. “O que está sendo um desafio neste período de crise. Estamos trabalhando e pensando em novos modelos”, diz o fundador da startup.

Em um ano, a plataforma já publicou vagas de 300 empresas para mais de dez mil pessoas cadastradas. A maioria delas está relacionada aos setores de vendas, atendimento ao cliente e funções administrativas. Mórris estima que ao menos 100 pessoas foram recolocadas no mercado de trabalho por conta da Maturi Jobs. A startup faturou R$ 7 mil em fevereiro.

Fonte:http://revistapegn.globo.com/Startups/noticia/2017/03/jovem-cria-plataforma-com-vagas-de-emprego-para-pessoas-mais-velhas.html?utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_campaign=compartilharDesktop

 

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17 modelos de currículo para baixar e preencher

 

Mais informações em: http://estagioonline.com/dicas-valiosas/17-modelos-de-curriculo-para-baixar-e-preencher

 

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Trabalhar a partir de Casa…Ideias

Quer ideias para trabalhar em casa? Então isto é para si!

Baseie-se nestas ideias para trabalhar em casa por conta própria se deseja receber um rendimento extra ao fim do mês sem grandes complicações.

30 ideias para trabalhar em casa a considerar

  • Compra e venda de artigos online.
  • Criar e vender peças de artesanato.
  • Produção e venda de doces caseiros.
  • Fazer lembranças para casamentos.
  • Fazer massagens.
  • Fazer produtos naturais.
  • Promover bandas musicais.
  • Tradução de textos.
  • Revisão de textos.
  • Prestar consultoria.
  • Escrever artigos na internet.
  • Fazer contabilidade.
  • Design gráfico.
  • Design de interiores.
  • Relações públicas.
  • Baby sitting.
  • Pet sitting.
  • Costurar.
  • Venda de produtos por catálogo.
  • Dar explicações.
  • Dar aulas particulares.
  • Fazer websites.
  • Comprar e vender domínios.
  • Escrita e venda de e-books.
  • Venda de fotografias para sites de fotografias.
  • Assistência virtual.
  • Organizar eventos.
  • Cabeleireira.
  • Esteticista.
  • Manicura.

Estes são 30 exemplos de trabalhos caseiros que podem dar-lhe asas à imaginação.

Como escolher um trabalho?

Antes de começar a trabalhar em casa, ou de abrir o próprio negócio, precisa de avaliar se há mercado para o que tem em mente e o nível da concorrência nesse ramo.

Não se limite à área da sua experiência pessoal. Se tem gosto por uma área de trabalho em concreto pode investigar essa área e tentar a sua sorte.

Veja se tem o perfil desejado para trabalhar em casa.

Fique agora com 10 dicas para trabalhar em casa.

 

Fonte: https://www.economias.pt/ideias-trabalhar-em-casa/

 

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Formação Profissional Contínua no Código do Trabalho / ESTATUTO TRABALHADOR–ESTUDANTE

Faz click na nota técnica e acede a toda a informação

Nota Técnica_001_2015_Formação profissional contínua no Código do Trabalho

 

  • ESTATUTO TRABALHADOR – ESTUDANTE

https://formarportugaleomundo.wordpress.com/2016/01/31/estatuto-trabalhador-estudante/

 

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Esgotados e pouco realizados: mais trabalhadores com sintomas de “burnout”

 

Inquérito a 5000 trabalhadores portugueses mostra que o risco de esgotamento aumentou, que a exposição ao stress é maior e que mais de 87% não se sentem recompensados

 

Sentir pouca realização pessoal no que se faz e um “cansaço extremo”. Experimentar um “aumento do cinismo” na relação com os colegas, uma espécie de desligamento “afectivo-emocional em relação às tarefas e ao trabalho”. Acumular stress há muito tempo. Tudo isto caracteriza o burnout— expressão usada pelos especialistas para falar de “esgotamento”. E o número de trabalhadores que apresentam sintomas de “esgotamento”, tal como ele aqui é definido, subiu em 2014/2015 para 17,3%, segundo um estudo.

Mas são muito mais os que estão em risco. Quase metade de quase 5000 trabalhadores inquiridos (48%) “estão submetidos a situações com elevado potencial de desenvolver burnout”, diz João Paulo Pereira, presidente da direcção da Associação Portuguesa de Psicologia da Saúde Ocupacional.

Em 2014, o coordenador do Barómetro de Riscos Psicossociais, “que visa fazer o reconhecimento sobre a evolução dos riscos psicológicos, físicos e de eficiência das organizações”, levou o seu primeiro Relatório de Avaliação de Perfil de Risco Psicossocial – A gestão de Pessoas e Organizações Saudáveisa várias comissões parlamentares. Para explicar aos deputados que se estava a observar uma degradação “assustadora” dos indicadores de bem-estar no mundo laboral.

Esse estudo, então noticiado, baseava-se em inquéritos a 38.719 trabalhadores portugueses, feitos entre 2008 e 2013, e mostrava, por exemplo, que a percentagem dos que se encontravam num estado deburnout/esgotamento passara de 9%, em 2008, para 15%, em 2013.

Agora, a taxa superou os 17%. Até que ponto é grave? “A distribuição tida como normal” seria 7% a 9% de trabalhadores naquela situação, diz ao PÚBLICO, por escrito, o coordenador.

Stress e reconhecimento
Entre 2014 a 2015, foram inquiridas 4729 pessoas, tendo em consideração três áreas: Saúde, Educação e Serviços, com percentagens de inquiridos idênticas, 33,3%, para cada área, tanto no sector público como no privado. Menos pessoas do que no estudo anterior, mas perguntas idênticas.

Cerca de 45% das entrevistas foram feitas na rua e 55% em instituições que foram contactadas ou que solicitaram a avaliação, explica o também consultor da Mastering Jobs & People, grupo “especializado em Comportamento Humano e Organizacional”, detentor dos direitos do barómetro.

Os resultados “mostram uma evolução negativa na exposição aos factores de risco” — factores estes que vão da percepção do reconhecimento financeiro e social pelo trabalho, à sobrecarga de tarefas, para dar dois exemplos. Alguns dados: há mais situações de stress. Em 2013, eram relatadas por 62% dos inquiridos. “Neste momento temos 86,1%”, continua João Paulo Pereira.

O sentimento de não reconhecimento também ganhou espaço. Em 2013, aproximadamente 73% dos inquiridos não se sentiam recompensados, “agora estamos nos 87,41%”.

Esta área, do reconhecimento financeiro e social que se recebe pela contribuição que se tem no trabalho, “comporta a remuneração propriamente dita, os prémios de produtividade, o reconhecimento de performance por parte das chefias, colegas e outros que sejam importantes na vida do trabalhador”, explica João Paulo Pereira. Que nota que “um sistema de remuneração significativo, e que cumpra de forma integrativa e abrangente o que foi enumerado, contribui para o desempenho e proporciona indicações claras de quais são os valores da organização”.

Os autores avaliaram mais aspectos: qual “a capacidade do trabalhador se sentir envolvido na instituição e com as tarefas que nela desenvolve”? Com que “energia” cada colaborador se sente “para conseguir ter ‘disponibilidade’ e força para o desempenho das tarefas”? Há, aos olhos do trabalhador, justiça na sua empresa? — “A justiça comunica respeito para com os membros de organização”. Partilha ele dos valores da organização? — “Sendo os valores um aspecto importante para o sucesso organizacional e dos seus membros, urge que se descubram as congruências entre eles, de forma a que o sentimento de identificação das pessoas com as organizações, e o consequente desenvolvimento de engagement, satisfação e redução de riscos, possam ser uma realidade.”

Fonte:
https://www.publico.pt/sociedade/noticia/esgotados-e-pouco-realizados-mais-trabalhadores-com-sintomas-de-burnout-1720651

 

 

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Portugal líder na desigualdade entre os países desenvolvidos

 

O banco norte-americano Morgan Stanley analisou o fenómeno da desigualdade em 20 países do mundo desenvolvido, socorrendo-se de diversos indicadores. Portugal destacou-se.

 

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Portugal tem a sociedade com uma maior desigualdade entre os 20 países desenvolvidos analisados num estudo do banco norte-americano Morgan Stanley.

O relatório, publicado esta terça-feira, analisa a questão da desigualdade utilizando diversos indicadores que vão da simples distribuição de rendimentos até à forma como são fornecidos os serviços de saúde, passando pela desigualdade de género.

Portugal, que entre os 20 países estudados fica em quarto no índice de Gini (o indicador que mede a desigualdade do rendimento), sobe para a liderança do indicador mais amplo calculado pelo Morgan Stanley ultrapassando os Estados Unidos e outros países do sul da Europa.

Em segundo lugar no indicador de desigualdade, surge a Itália, seguida da Grécia, Espanha e Estados Unidos. Nos últimos lugares, os países com níveis de desigualdade mais baixos são, como habitualmente, os nórdicos, com a Noruega, Suécia e Finlândia a destacarem-se.

Portugal fica com o nível mais alto de desigualdade nos cálculos do banco norte-americano pelo facto de obter classificações negativas em praticamente quase todas as componentes do índice.

No índice de Gini, que mede a desigualdade na distribuição do rendimento, Portugal apresenta o quarto valor mais elevado, o que corresponde a mais desigualdade. Entre os 20 países analisados, é superado pelos Estados Unidos (que lideram), o Reino Unido e a Grécia.

Depois, quando se olha para a dispersão salarial, que leva em conta factores como a variação real dos salários ou a desigualdade de género, fica novamente em quarto lugar.

Mais um quarto lugar é registado quando se olha para a forma como são fornecidos os serviços de saúde à população.

A pior classificação surge quando se analisa o acesso à economia digital. Aqui Portugal surge como o terceiro país mais desigual, ficando apenas atrás da Itália e da Grécia.

Por fim, no que diz respeito à inclusão no mercado de trabalho, onde se levam em conta factores como o desemprego jovem, o trabalho parcial involuntário ou o desemprego dos mais qualificados, Portugal está a meio da tabela, em 10º.

Os relatórios do banco de investimento Morgan Stanley são geralmente destinados a investidores nos mercados financeiros, que à primeira vista não teriam um grande incentivo a preocuparem-se com questões como a desigualdade.

Os autores do estudo, contudo, tentam contrariar esta ideia, afirmando que “embora a desigualdade não seja um assunto tipicamente discutido entre os participantes dos mercados financeiros, ela conta para as suas decisões de investimento”. Isso é explicado, defendem os autores do estudo, pelo facto de “a desigualdade altera a distribuição do consumo e das poupanças, assim como da alocação dos recursos”.

Além disso, diz o relatório, “a desigualdade pode ser perigosa se se tornar permanente”. “Se a distribuição é demasiado desigual ao longo do tempo, com uma diferença crescente e persistente entre os que estão no topo e na base da escala, impede a participação generalizada nos ganhos de bem-estar com o crescimento e, a prazo, arrisca-se a corroer a estrutura económica e social de um país”, diz o banco, que alerta para a possibilidade de ocorrência de “disrupções nos modelos de negócios e no consenso social, conduzindo a erros de política”.

Vários economistas têm assinalado, nos últimos anos, a ocorrência de um agravamento dos níveis de desigualdade dentro dos países desenvolvidos. O relatório do Morgan Stanley confirma também esse fenómeno, destacando os EUA e os países do Sul da Europa como Portugal como aqueles em que a desigualdade é mais persistente.

Fonte:

http://www.publico.pt/economia/noticia/portugal-lider-na-desigualdade-entre-os-paises-desenvolvidos-1715604

 

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